Sweet Sixteen


Postado em às 01h31 // { }

28 de janeiro de 2009, meu aniversário de 16 anos e também o melhor até agora. Não ganhei pilhas de presentes, não vi minha família toda, não recebi toneladas de telefonemas nem de scraps. Minha prima e minha melhor amiga dormiram aqui em casa e foram as primeiras a me dar parabéns (porque todo mundo tem que pular em mim pra me dar parabéns.?).

Recebi flores do meu pai (admito que na hora pensei que fosse dele), um amigo me surpreendeu me ligando á meia noite... outros que eu não esperava me ligaram durante o dia. Cada telefonema, scrap e tudo o mais, me deixava mais feliz.

Alguns amigos meus apareceram aqui em casa (só homens, admito). Jogamos videogame e amendoins (uns nos outros). Minha avó ficou sabendo que meus amigos viriam aqui em casa e trouxe um bolo de chocolate e refris.

O Bruno se atrasou, e não foi pouco. Disse que chegaria ás 5, apareceu aqui umas seis e quarenta (é, eu já estava neurótica). Não briguei com ele, não gosto de brigar, principalmente quando agente tem tão pouco tempo juntos. Não achei que ele fosse me dar alguma coisa, e não ficaria chateada se ele não desse mesmo. Mas ele deu. Um Odie de pelúcia. Com o cheiro dele. ¬¬’
Ok, eu adorei. Mas como eu vou ter paz de espírito dormindo com o cheiro dele do meu ladinho.? (foi de propósito, só pode)

Minha tia me deu um gatinho de pelúcia, a sté me deu uma calça xadrez (que eu tenho a impressão de que ela tirou da wish list ali do lado), minha avó me deu o Eclipse e minha tia me deu um perfume da boticário.

Depois de toda a zona aqui em casa, fomos (eu, minha tia, minhas primas e meu tio) pra casa do Guilherme, que também é do dia 28. Cantaram parabéns pra ele, e depois pra mim (nem preciso dizer que me fizeram ir pro meio da sala e eu fiquei igual a um tomate).

Fiquei o tempo todo querendo ir pra casa, tomar um banho e ir dormir com meu Odie cheiroso, e quando agente finalmente chegou, foi isso que eu fiz. Ah, que dia mais perfeito.! :D

Aniversários ao lado de quem se ama é tudo de bom.

 

 






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Music bring us together


Postado em às 17h48 // { }

Outro dia, numa daquelas conversas de pessoas que não se conhecem e fazem perguntas clichês, saiu uma que eu tive que pensar um pouco pra responder. “E aí, que tipo de música você curte.?”. Básico não.? Nada disso. Uma das coisas mais complicadas pra se perguntar pra mim. Calma, eu explico:

            Quando eu ainda era pequetuxa, minha mãe ouvia muita MPB e bastante rock. Como toda criança, eu aderi os gostos musicais dela por um tempo. Tempo esse que eu ouvia bandas como: Cazuza, Raul Seixas (eu tive um coelho com esse nome), Legião Urbana, Rita Lee...

            Aí eu fui pra escola... e lá as pessoas achavam essas músicas brega. Eu não queria ser zoada, então comecei a escutar as “modinhas”. Me julgue se puder, quem nunca lutou pra ser aceito na sociedade (mesmo que seja a sociedade do primário).? Essa foi a fase mais estranha, ouvia aquelas bandinhas de minuto: Rouge, KLB, Kelly Key, Sandy e Júnior.

            Na 7ª série conheci muita gente nova, conseqüentemente com gostos diferentes. O negócio era sair de carona com os amigos, com um Black tocando nas alturas, ou mandar uma cartinha pro “namorado” com a última romântica de pagode. 50 cent, Usher, Destiny Child, Belo, Sorriso Maroto, Jeito Moleque.

            Aí eu entrei no ensino médio, a cabeça mais aberta e novamente conhecendo pessoas novas. Estourou a onda do Guitar Hero (você sabe que gosta), me apresentando os clássicos do Rock’n Roll. The Donnas, Incubus, Guns, Metallica. O tipo de música que eu descobri que não consigo escutar sem me mexer.

            Todas fases, mas que foram de certo modo permanentes. O medo de ouvir o que eu gosto por causa da opinião alheia passou, assim como as roupas e comportamentos que as modinhas trazem, mas as músicas em si continuaram. Houveram muito mais fases do que essas quatro que citei, e cada uma deixou um pouquinho em mim.

            Hoje eu posso dizer com certeza que se não sou eclética, sou uma pessoa muito próxima disso sem me sentir mentirosa. E isso faz bem.! Quanto você ouve de tudo, acaba conhecendo pessoas novas, trocando idéias quase sempre interessantes.

            Música é uma parte de mim, ouço pra dormir, ao acordar, no banho, na escola, no computador... Nas alturas ou baixinho, pra acalmar ou pra lembrar de alguém.

Música é tudo de BOM.!

 






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